“La experiencia verde y viscosa no quedará impresa en la nueva piel”: la escritura ingeniosa de María Isabel Barreno en Os outros verdadeiros superiores (1970)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.37508/rcl.2026.n56a1428

Palabras clave:

Década de 1960, Escritura de autoras, Innovaciones narrativas, Hibridez, María Isabel Barreno

Resumen

Partiendo de algunas premisas planteadas por Eduardo Prado Coelho (2004) e Isabel Allegro de Magalhães (2002), me propongo analizar la novela de Maria Isabel Barreno, Os outros verdadeiros maiores (1970), concebida y escrita a lo largo de la década de 1960, demostrando cómo la escritora portuguesa, durante este período de intensa innovación en el panorama literario, buscó otras formas de crear ficción, insertándose en la trayectoria inventiva de esta época.

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Biografía del autor/a

Jorge Vicente Valentim, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) / FAPESP

É Professor Titular de Literaturas de Língua Portuguesa (Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa) do Departamento de Letras e do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Bolsista BEP da FAPESP (2023/06790-3) e Bolsista Produtividade do CNPq. Foi Presidente da Associação Brasileira de Professores de Literatura Portuguesa (ABRAPLIP), na gestão 2022-2023.

Penelope Eiko Aragaki Salles, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) / CAPES

É doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), desenvolvendo um projeto de pesquisa sobre as repre-sentações da violência na novíssima ficção portuguesa de autoria femi-nina (Ana Margarida de Carvalho, Carla Pais e Judite Canha Fernandes), com bolsa CAPES, sob a orientação do Prof. Dr. Jorge Vicente Valentim.

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Publicado

2026-07-05

Cómo citar

Vicente Valentim, J., & Salles, P. E. A. (2026). “La experiencia verde y viscosa no quedará impresa en la nueva piel”: la escritura ingeniosa de María Isabel Barreno en Os outros verdadeiros superiores (1970). Convergência Lusíada, 37(56), 97–128. https://doi.org/10.37508/rcl.2026.n56a1428