« L’expérience verdâtre et visqueuse ne sera pas inscrite sur la nouvelle peau » : l’écriture inventive de Maria Isabel Barreno dans Os outros verdadeiros superiors (1970)
DOI :
https://doi.org/10.37508/rcl.2026.n56a1428Mots-clés :
Années 1960, Écriture féminine, Innovations narratives, Hybridité, Maria Isabel BarrenoRésumé
En me basant sur certaines hypothèses formulées par Eduardo Prado Coelho (2004) et Isabel Allegro de Magalhães (2002), j'ai l'intention d'analyser le roman de Maria Isabel Barreno, Os outros verdadeiros maiores (1970), conçu et écrit tout au long des années 1960, en démontrant comment l'écrivaine portugaise, pendant cette période d'intense innovation sur la scène littéraire, a cherché d'autres moyens de créer de la fiction, s'insérant dans la trajectoire inventive de cette période.
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